31 jul

Sobre as escolhas e suas conseqüências em Zero Time Dilemma

A narrativa em games já tem, há alguns anos, como um elemento característico e único de si a possibilidade de escolhas durante uma história. Elas vão desde escolhas de diálogo como em Life is Strange (2015) até tomadas de decisões com ações em RPGs como The Witcher 3 (2015). Essas escolhas podem ser simples como escolher seu pokémon inicial, mas podem ser mais complexas e nos fazer questionar nossos valores morais, como escolher seu pokémon inicial.

Por exemplo, quem escolhe Chimchar devia rever os próprios conceitos sobre o mundo.

Muitas vezes sofremos ao decidir pois raramente parece haver uma escolha “certa”, e histórias que sabem trabalhar as conseqüências da nossa decisão conseguem criar experiências únicas, como em Undertale (2015), em que matar ou não nossos inimigos mudam os diálogos e as ações de diversos persongens, assim como altera o final que alcançamos.

Isto é, pelo menos até você terminar o jogo e começar um arquivo de save novo, quando você escolhe tudo diferente só pra ver o que muda.

Texto originalmente publicado no site Sem Tilt em 29/06/2016.

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31 jul

Sobre o Pokémon que eu queria ter

Com o lançamento de Pokémon GO se aproximando, comecei a pensar mais e mais sobre como seria ter pokémons na realidade. Não, não amadureci nada nesse aspecto desde meus doze anos de idade. Após refletir muito, concluí que existe um pokémon específico que eu gostaria de ter no mundo real.

Texto originalmente publicado no site Sem Tilt em 27/06/2016.

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31 jul

Sobre reinvenções da Paciência

Uma piada que eu costumava fazer quando via discussões sobre qual jogo era o mais popular ou o que mais vendeu era afirmar que a resposta era óbvia, o Paciência do Windows. Windows é o sistema operacional mais comum para PCs, e todos eles vinham, na época, com o Paciência. Também vinham com o Campo Minado, mas o Paciência é um pouco mais antigo, sendo parte do Windows desde o 3.0, enquanto que o Campo Minado é desde o 3.1, então Paciência ganha. Hoje em dia essa piada não funciona mais, pois a Microsoft não o incluiu no Windows 8 e adicionou propagandas nele no Windows 10, tornando-o insuportável.

Mesmo assim, por muito tempo o Paciência do Windows foi ubíquo, pois todo mundo com acesso a um PC conhecia o jogo e sabia como jogá-lo. Sua jogabilidade era simples e rápida para aprender, bastando saber a ordem das cartas do baralho e conseguir usar o mouse. Sem contar que era o jogo perfeito para enrolar no trabalho, já que dá pra pausá-lo a qualquer momento, como quando o chefe entra na sala, e ele provavelmente está instalado no computador da empresa.

Texto originalmente publicado no site Sem Tilt em 08/06/2016.

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31 jul

Sobre os limites da realidade e os limites de um jogo

Imagine que você está preso em uma sala. Parece ser um tipo de escritório, provavelmente de alguém muito rico. Há móveis luxuosos com inúmeras quinquilharias espalhadas por todo o ambiente. Pelas paredes, você vê fotos de vários lugares ao redor do mundo, o tipo de decoração que parece ter sido montada para te intimidar com sua opulência mas, ao mesmo tempo, atiçar a sua curiosidade. Você quer mexer nos diversos objetos da sala. Fuçar as estantes. Abrir as gavetas. Parece que há um segredo escondido em algum lugar.

Ah, sim, e você está trancado nesta sala e tem uma hora para fugir. Melhor encontrar uma saída logo.

Texto originalmente publicado no site Sem Tilt em 02/06/2016.

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31 jul

Sobre a importância de Sonic para os consoles

Qual foi o maior herói dos games criado nos anos 1990? Aquele que melhor representa a cultura gamer dessa década? Aquele que, ao olharmos hoje em dia, lembramos de uma época nostálgica quando os filmes do Duro de Matar ainda eram bons?

Todos que responderam Cloud de Final Fantasy VII (Square, 1997) estão claramente enganados, e aqueles que citaram Lara Croft estão meio certos, mas a resposta correta é Sonic The Hedgehog. Ele é azul, ele é rápido, ele tem atitude e ele é o maior ícone dos games dos anos 90, e um dos maiores marcos culturais da década.

Texto originalmente publicado no site Sem Tilt em 24/05/2016.

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