15 jul

Sobre Link

Muito bem, hora de falar sobre The Legend of Zelda: Breath of the Wild. Este ia ser o post para comentar da Nintendo na E3, mas o texto foi crescendo e ficando cada vez mais complexo, o que me levou a escrever o post anterior e assim poder trabalhar este com mais calma.

Vou comentar um pouco sobre o que eu achei do jogo, mas o foco deste post é um aspecto específico deste Zelda que a Nintendo tratou nesta E3 com a delicadeza de um Biggoron trincado de cocaína tentando coçar o meio das costas, bem naquele ponto que ele não alcança.

Estou falando das razões dadas pela Nintendo para ela não ter implementado em BotW a opção de escolha de gênero do personagem principal aos jogadores.

Pois é.

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21 jun

Sobre os jogos não-Zelda que a Nintendo apresentou na E3 2016 (do ponto de vista de um blogueiro atrasado)

Muito bem, hora de falar sobre a Nintendo na E3 2016. Sim, eu sei que estou atrasado. Acontece que resolvi escrever sobre um determinado assunto ligado à Nintendo nesta E3 e ele se saiu mais complexo do que eu esperava. Sério, está virando um texto enorme, que nem quando o assunto é Fire Emblem. Faz sentido, já que o assunto é justamente The Legend of Zelda, a minha outra série de games favorita da vida.

Só que eu percebi que ia demorar demais, e que havia outras coisas que eu queria falar sobre a Nintendo na E3, então dei um pause no texto sobre Zelda para escrever este, focado no que mais me interessou de todo o resto que a Nintendo levou. Não vou falar de todos os jogos que nem ano passado pra agilizar o texto, mas poucos ficaram de fora.

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16 jun

Sobre a conferência da Ubisoft na E3 2016 (do ponto de vista de alguém que quer ter mais posts no próprio blog)

Como vocês doze devem ter percebido, estou postando todo dia durante esta E3. Sim, também estou surpreso comigo mesmo. Entrei numas de assistir a maior quantidade de conferências que pudesse e escrever sobre elas, e está rendendo bastante coisa aqui no blog. Foi por isso que assisti a conferência da Ubisoft, e é por isso que estou postando isto aqui.

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15 jun

Sobre a conferência da Sony na E3 2016 (do ponto de vista de alguém que não se importava com RV)

Hora de falar da Sony.

De maneira geral, foi muito boa a conferência. Eles acertaram muito com a orquestra, que acrescentou muito ao espetáculo da coisa toda, e achei que o ritmo da apresentação foi muito bom, mostrando o bastante dos jogos (minha principal crítica ano passado) sem ficar enrolando demais. Tanto que nem tenho muito do que reclamar.

Há um assunto específico que me impressionou muito na conferência, mas antes de falar dele, quero falar de três outras coisas que me chamaram bastante a atenção, na ordem em que elas foram apresentadas.

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14 jun

Sobre a conferência da Microsoft na E3 2016 (ou O futuro dos consoles segundo a Microsoft parte II)

Continuando minhas análises das conferências da E3, vamos para a da Microsoft.

Teve alguns jogos interessantes, como o We Happy Few (qualquer coisa com uma vibe Admirável Mundo Novo me atrai, é um dos meus livros favoritos) e o Scalebound (mistura de Devil May Cry com Monster Hunter? E cheio da tontice Platinum de ser? Gostei), assim como eu tenho que comentar que uma das grandes novidades da Xbox Live, os Clubs, são basicamente as comunidades do orkut (lê-se ôr-cú-tchí, para quem não lembra), mas o principal assunto da conferência foi a continuação da unificação toda do Windows 10 com o Xbox, com a iniciativa Play Anywhere. E é o assunto que eu quero comentar agora.

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