28 abr

Sobre casamentos, filhos e Fire Emblem

Hoje vou falar um pouco sobre Fire Emblem, também conhecida como Absolutamente a Melhor Série de Games de Todos os Tempos Sem a Menor Sombra de Dúvida™, Daonde Saem Aqueles Caras de Capa e Espada em Smash Bros™ e Tactical Waifu War Simulator™. Tem spoilers de Fire Emblem Awakening no texto, só pra avisar.

No dia 19 de fevereiro de 2016 lançou nas Américas o mais novo jogo da franquia, Fire Emblem Fates. É o primeiro da série a ser dividido em dois jogos, Birthright e Conquest, conseqüência da história focar na escolha de qual reino seu personagem irá defender, Hoshido, onde você nasceu, ou Nohr, onde você foi criado. Mais tarde, foi lançado como DLC a terceira opção, Revelation, onde você escolhe não se alinhar com nenhum dos dois reinos e busca acabar com a guerra do seu jeito. Já terminei Birthright, estou no finalzinho do Conquest e pretendo jogar o Revelation também. Por enquanto, estou adorando o jogo, é espetacular deslumbrante sensacional de tão bom, mas se for fazer uma análise, vai ser depois de jogar os três.

Só que tem uma coisa que está me incomodando no jogo, que é uma mecânica herdada do jogo anterior que eu sinto não estar funcionando em Fates: a prole do seu exército.

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