25 maio

Sobre o escalonamento de energia de jogos free-to-play

Jogos free-to-play (F2P) para celular. Todo mundo com um smartphone deve ter algum desses, imagino. E muitos deles funcionam na base da energia, uma barrinha que você gasta toda vez que joga e que se recupera depois de um tempo, permitindo você jogar de novo.

Pergunta retórica: qual o propósito de fazer esse esquema de energia?

Resposta retórica: DINHEIRO!

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18 maio

Sobre a Samus que conhecíamos (e uma sugestão para trazê-la de volta)

Muito bem, estamos a um mês da E3. A Nintendo já marcou a data do seu Digital Event: dia 16/06, além de ter ressuscitado o Nintendo World Championship (que só terá eliminatórias nos EUA porque ‘MURICA) e confirmado que vai fazer novamente o Treehouse Live @E3.

Se paro para pensar um pouco mais, começo a dar pulinhos, bater palminhas e soltar gritinhos de excitação. Star Fox novo! Amiibos novos, exclusivos do eBay! Mario Maker (que eu acho que vai ser o jogo usado para o World Championship)! Mais personagens de DLC para Smash! Yoshi Wooly’s World, que já era pra ter lançado mas a vida é assim! E, se tudo correr bem, jogos novos! De franquias novas! E de franquias antigas!

Sempre é um exercício de masoquismo ser fã da Nintendo e ficar pensando qual franquia eles vão ressuscitar. Finalmente vamos ouvir o grito entalado na garganta do dublador do Capitain Falcon: “FALCON RACE!” e veremos um F-Zero novo? Quem sabe, um Kid Icarus pro WiiU? Será muita ousadia esperar um Golden Sun novo? Ou o grande sonho de todo mundo se realizará, e a Nintendo nos dará, finalmente, o Urban Champion HD?

Só de escrever esse último parágrafo já estou sorrindo feito um idiota. Não que eu saiba sorrir de outra maneira, mas neste momento está ainda mais idiota. Meu sorriso.

O problema é quando eu penso na única franquia que eu realmente não quero que a Nintendo anuncie: Metroid.

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11 maio

Sobre amiibo e DLC no disco

Eu estava planejando escrever sobre Splatoon hoje, mas como eu me confundi os horários do Global Testfire, não consegui jogar o demo e, conseqüentemente, não tenho como dissertar sobre isso. Se a Nintendo resolver fazer mais alguns horários de beta no próximo final de semana, posso falar sobre Splatoon.

O problema é que isso meio que me quebrou as pernas, pois não tinha planejado nenhum outro assunto, e normalmente gosto de pesquisar sobre o que vou falar. Resolvi dar uma fuçada nas minhas fontes videogamísticas para achar um assunto, e reencontrei um artigo no Kotaku que, por um lado, me fez refletir e, por outro, me irritou profundamente: The Amiibo Problem.

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04 maio

Sobre o jogo que a Nintendo devia usar (também) para vender WiiUs

Hoje o assunto vai ser o WiiU, algo que possuo uma familiaridade maior, como vocês bem podem perceber pelo fato de eu fazer questão de escrever o nome errado, uma vez que o correto é separar o “Wii” do “U”. Mas eu criei o hábito de escrever assim pois toda vez que eu separava os dois quando fazia uma busca no google, ele me corrigia com um “Você quis dizer: Wii”, e eu tinha que clicar no “Mostrar resultados para Wii U”, e esse clique a mais era um esforço descomunal que nunca mais quis sofrer. Se bem que isso acontecia mais quando o console tinha acabado de lançar, hoje em dia o google entende a diferença dos dois, por mais que a maior parte do mercado ainda não, uma vez que a Nintendo assumiu essa missão de nomear os produtos da maneira mais confusa possível. Não duvido que o NX vá se chamar New Wii U ou Wii U & Mii XL.

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