11 ago

Sobre Snake Pass

Então, como esta é a primeira análise/review do canal, quero fazer uma rápida introdução. A idéia principal delas será, obviamente, apresentar a minha opinião sobre o jogo em questão, mas ao invés de dissecar diversos aspectos dele e declarar um veredito absoluto quanto à sua qualidade, vou focar naquilo que considero seu principal diferencial (ou, como eu gosto de chamar, a sua “sacadinha”) e depois falar para quem eu o recomendaria. Por causa disso, não darei notas, até porque elas não ajudam muito, como já falei antes.

Outro aspecto importante é que vou tentar focar mais em jogos, digamos, “menores”, seguindo a linha d’Os Melhores Games Que (Quase) Ninguém Jogou™. Todo mundo já tem uma opinião formada sobre Zelda ou Assassin’s Creed ou GTA, minha recomendação não faz a menor diferença no esquema geral das coisas. Por isso, prefiro indicar esses jogos mais desconhecidos ou nicho, ajudando quem quer coisas mais “alternativas”.

Enfim, acho que isso era tudo que eu tinha pra explicar. Vamos então para a primeira análise/review do canal do Gamer Sensato!

Esta é a transcrição do vídeo de mesmo nome que está no meu canal do YouTube. Vão lá conhecer!

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02 ago

Sobre o fim do Miiverse

Então, de acordo com um pessoal que dataminou (existe este verbo em português?) o último update que saiu para o WiiU, a Nintendo está prestes a dar um fim ao Miiverse.

Ainda não foi 100% confirmado, assim como não sabemos se a Nintendo pretende fazer algo para substituí-lo, mas tudo indica que não teremos mais uma rede social exclusiva para os consoles da empresa.

O que é uma pena. Mas, no fundo, eu entendo a Nintendo querer matar o Miiverse.

Esta é a transcrição do vídeo de mesmo nome que está no meu canal do YouTube. Vão lá conhecer!

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31 jul

Sobre as escolhas e suas conseqüências em Zero Time Dilemma

A narrativa em games já tem, há alguns anos, como um elemento característico e único de si a possibilidade de escolhas durante uma história. Elas vão desde escolhas de diálogo como em Life is Strange (2015) até tomadas de decisões com ações em RPGs como The Witcher 3 (2015). Essas escolhas podem ser simples como escolher seu pokémon inicial, mas podem ser mais complexas e nos fazer questionar nossos valores morais, como escolher seu pokémon inicial.

Por exemplo, quem escolhe Chimchar devia rever os próprios conceitos sobre o mundo.

Muitas vezes sofremos ao decidir pois raramente parece haver uma escolha “certa”, e histórias que sabem trabalhar as conseqüências da nossa decisão conseguem criar experiências únicas, como em Undertale (2015), em que matar ou não nossos inimigos mudam os diálogos e as ações de diversos persongens, assim como altera o final que alcançamos.

Isto é, pelo menos até você terminar o jogo e começar um arquivo de save novo, quando você escolhe tudo diferente só pra ver o que muda.

Texto originalmente publicado no site Sem Tilt em 29/06/2016.

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31 jul

Sobre o Pokémon que eu queria ter

Com o lançamento de Pokémon GO se aproximando, comecei a pensar mais e mais sobre como seria ter pokémons na realidade. Não, não amadureci nada nesse aspecto desde meus doze anos de idade. Após refletir muito, concluí que existe um pokémon específico que eu gostaria de ter no mundo real.

Texto originalmente publicado no site Sem Tilt em 27/06/2016.

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31 jul

Sobre reinvenções da Paciência

Uma piada que eu costumava fazer quando via discussões sobre qual jogo era o mais popular ou o que mais vendeu era afirmar que a resposta era óbvia, o Paciência do Windows. Windows é o sistema operacional mais comum para PCs, e todos eles vinham, na época, com o Paciência. Também vinham com o Campo Minado, mas o Paciência é um pouco mais antigo, sendo parte do Windows desde o 3.0, enquanto que o Campo Minado é desde o 3.1, então Paciência ganha. Hoje em dia essa piada não funciona mais, pois a Microsoft não o incluiu no Windows 8 e adicionou propagandas nele no Windows 10, tornando-o insuportável.

Mesmo assim, por muito tempo o Paciência do Windows foi ubíquo, pois todo mundo com acesso a um PC conhecia o jogo e sabia como jogá-lo. Sua jogabilidade era simples e rápida para aprender, bastando saber a ordem das cartas do baralho e conseguir usar o mouse. Sem contar que era o jogo perfeito para enrolar no trabalho, já que dá pra pausá-lo a qualquer momento, como quando o chefe entra na sala, e ele provavelmente está instalado no computador da empresa.

Texto originalmente publicado no site Sem Tilt em 08/06/2016.

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